Archive for julho, 2017

Como aumentar o nível de eficiência dos Sistemas Cooperativistas de Crédito?

sexta-feira, julho 21st, 2017

Quem acompanha os meus artigos sabe que venho abordando esta questão da eficiência dos sistemas cooperativistas organizados em nível nacional há algum tempo. O nível de eficiência tropeça num número muito grande de diretorias, seja em entidades de terceiro ou de segundo grau. A divisão entre as diretorias das Confederações e dos Bancos Cooperativos e entre estas e as das muitas Cooperativas Centrais mina, sabota a todo instante os planos estratégicos de evolução dos negócios cooperativistas.

A começar da Sede, onde se encontram a Confederação, o Banco Cooperativo e suas subsidiárias, torna-se praticamente impossível conduzir com eficiência as atividades de apoio aos negócios das singulares, dadas as muitas disputas políticas internas. O passo mais urgente a ser dado seria o de tentar unificar estas diretorias. Assim, uma única diretoria localizada na Sede do Sistema Cooperativista conduziria as ações de apoio ao negócio, da logística à tecnologia, passando pela gestão de riscos.

Isto não significa perda de postos de trabalho para os cooperativistas tradicionais. Os líderes cooperativistas (da gema!) seriam alocados nos Conselhos de Administração e Conselho Fiscal ou em comitês de apoio àqueles e estariam participando periodicamente das decisões e estratégias escolhidas. Mas o importante é que uma única diretoria executiva, povoada por profissionais com forte experiência de mercado, conduzisse os negócios.

Um segundo passo, bastante desafiador para os sistemas cooperativistas organizados em nível nacional, seria o de vincular a nomeação da diretoria da Cooperativa Central à Sede. Da mesma maneira, as Cooperativas Centrais não deixariam de existir e nem perderiam postos de trabalho, mas simplesmente mudariam o seu papel, transformando-se em órgãos táticos a serviço de uma Sede. Assim, as centrais passariam a atuar de maneira mais integrada à estratégia única traçada pela Sede, sem diversionismo. Isto tenderia a aumentar sobremaneira a produtividade, a eficiência dos Sistemas.

Não se pode confundir organização empresarial racional com estrutura de poder. Os Cooperativistas que querem (ou que são eleitos para) comandar, comandariam na Sede, via Conselho de Administração (e seus comitês) um todo muito bem organizado e articulado que, insisto, não perderia tempo com diversionismos. E este todo estaria a serviço das cooperativas singulares. De outra forma, em vez de se eleger vários dirigentes, um em cada uma das posições intermediárias, as Cooperativas Singulares (cooperados) elegeriam algumas pessoas para comandar um todo organizado, que funcionaria de maneira azeitada, eficiente. E isto também é democracia, mas de uma forma mais racional!

Não tenho dúvidas que, feito isso, os Sistemas Cooperativistas organizados em nível nacional voariam baixo rumo a uma participação relevante no Sistema Financeiro Nacional, alcançando o tão almejado papel de moderadores de preços e taxas praticados no mercado, justificando-se perante toda a sociedade.

MBA Gestão de Riscos em Bancos e Fundos

domingo, julho 9th, 2017

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